
sábado, 20 de outubro de 2007
Zen Noção!

sábado, 6 de outubro de 2007
Minha vida é um vale de lágrimas!

domingo, 16 de setembro de 2007
Desperate Housewives
Desperate Housewives
Sou fã de televisão. Gosto de quase tudo. Sabe aqueles programas trashes que todo mundo fala mal (inclusive eu!)? Eu também assisto. Sempre foi assim. Tanto que quero muito voltar a trabalhar neste veículo que tanto me fascina. Meu mais recente vício é a série Desperate Housewives. Que, recentemente, a Rede Tv teve a pachorra de fazer um versão em português. O texto é genial e as interpretações dão uma aula a qualquer estrelinha da tv brasileira. Todas as mulheres estão lá. A ex-modelo gostosa que casa com um milionário trambiqueiro. A romantica, linda e desajeitada. A mulher que trocou a carreira promissora para criar seus filhos e a certinha que passa a imagem de uma vida perfeita, quando a verdade não é bem assim. A série, tem humor, suspense, romance, tudo que o público gosta de ver.
Mas o que mais me agrada é que todas elas tem defeitos. Sim, as heroínas fazem umas maldades de vez em quando! Nem que seja pra proteger um filho, ou em benefício próprio mesmo. Elas tem defeitos!! Diferente do excesso de virtuosismo que assola a tv brasileira. Quem é que agüenta a gêmea boa de Alessandra Negrini? Não é de hoje que o público se identifica mais com os vilões do que com os mocinhos. Desde quando comecei assistir (compulsivamente) a série, enxerguei a teledramaturgia do Brasil de forma diferente. Se você tiver uma oportunidade, assista Desperate, compre a série em DVD. É diversão garantida!
Donas de casa desesperadas
O mesmo capítulo na versão brasileira. Eu realmente torcia para dar certo, mas depois de assistir, fica impossível torcer. Ruim é elogio!
quarta-feira, 29 de agosto de 2007
:: Tudo junto ::
No sobe e desce das caixas, já na Barra, Marquinhos derruba umas delas e as coisas caem. Até aí tudo bem. Neste momento, passa uma moradora, finíssima, e se oferece para juntar o que caiu. Perplexa, depois de olhar, pasma , duas vezes para o chão e para meu amigo, diz:
- Nossa, esta mudança é sua?
Marquinhos, num raro momento de constrangimento, responde:
- Não, de um amigo!
- Diga a ele para não carregar tênis, um par de meia (suja!), uma esponja de pratos (ainda em uso) e pão, juntos. Não faz bem ...
E eu penso:
Mal também não faz ... risos!
terça-feira, 21 de agosto de 2007
Não aceite nada de estranho, nem carona!

:: Minha vida é uma novela ::
Tenho medo da polícia. Isso mesmo, medo! Se tiver numa rua escura, o receio que tenho quando vejo ladrões é o mesmo de quando vejo a polícia. Um dia desses estava saindo a noite do curso em Botafogo e os ônibus não estavam entrando na rua do nosso ponto. Um cara, que também estava na mesma situação, sugeriu de pegarmos um táxi para Copacabana, que era o destino dos dois. Ele me adianta cinco reais, eu ia descer depois.
Pedimos parada e o taxista atrapalhou um pouco um ônibus que vinha passando. Normal. Pouco depois vem um carro da polícia e manda o táxi parar. Me sai um policial super agressivo, gritando e perguntando porquê o táxi parou daquele jeito. Ficamos os três assustados, afinal, somos cidadãos de bem. Os policiais parecem não se importar com isso.
O outro cara explicou a falta de ônibus e que tínhamos decidido pegar o táxi e tal ... até que o policial, estérico, pede para revistá-lo. O rapaz permite, mas reage quando eles ameaçam pegar a carteira dele. Mas um motivo pro escroto gritar outra vez.
Pouco depois os policias encontram um minipacotinho de alguma droga. Não sei se era maconha ou cocaína. Um prato cheio!
- Então era por isso que tu num queria que a gente olhasse a carteira, não é??
Gritos vão, gritos vêm, o "poliça" se vira para mim e pergunta:
- Tava no morro também?
Eu, com a expressão de samambaia que Reynaldo Gianeccini costuma fazer nas novelas, respondi lentamente:
- Morro ... ? Não ... estou saindo do curso ...
- O que é que tu faz? Trabalha aonde?
- Sou jornalista!!! ( pra tentar intimidar!!)
Minha precupação a esta altura do campeonato era explicar que mal conhecia o outro cara. Na hora lembrei da minha infância, quando minha mãe dizia para não aceitar nada de estranhos. Ela tinha razão! Revistaram minha bolsa inteira na esperança de encontrar alguma coisa. Tinha de tudo: Pulseira, pilha recarregável, papéis de cenas da novela Celebridade e até paçoca. Menos droga! Eu ria por dentro.
Expliquei que mal conhecia o moço e eles, por falta de opção, me livraram da encenação que viriam a fazer para chantageá-lo. Fui caminhando e respirando aliviado. Me senti como um crimonoso que conseguiu escapar ileso de um crime que cometeu. Mas depois me lembrei que não sou um! Foi uma sensação muito estranha. Quem deveria proteger assusta. Onde podemos reclamar uma merda dessas? Que mundo é esse?
terça-feira, 7 de agosto de 2007
* * *
quinta-feira, 26 de julho de 2007
:: Tijolos amarelos ::
quarta-feira, 25 de julho de 2007
terça-feira, 10 de julho de 2007
O cúmulo do Polianismo!

- Nossa, que previlégio! Um banho de mar desses, de um lado o Cristo - a séeetima Maravilha do Mundo - do outro o Pão de Açucar, montanhas maravilhosas, gaivotas ...
Farias corrige:
- É urubu, Marquinhos!